A patologização-psiquiatrização e seus amiguinhos

Neste domingo, participei do seminário ‘Transexualidade e Saúde Pública no Brasil: Um olhar para o diagnóstico das identidades trans’, na faculdade de medicina da usp. Houve apresentações interessantes, sendo que o primeiro aspecto a se notar foi a presença minoritária das vozes trans nas mesas, o que tornou evidente a necessidade de que a luta por dignidade trans é fundamental e dificílima, considerando que divers@s supostos aliad@s parecem mais investidos em suas teses e carreiras do que propriamente em escutar as vozes daquelas pessoas que, afinal, trazem sentido a seu trabalho — pois é, as pessoas trans. Por outro lado, notam-se os avanços e as dificuldades para o tratamento adequado das pessoas transgêneras, em especial as travestis, marginalizadas também em relação à instituição médica.

Imers@s em powerpoints recheados de fotos cuja intenção semiótica é explicitar o caráter ‘excêntrico’ — outr@s diriam patológico, ou até engraçado, talvez — dos supostos desvios de gênero, e em citações que buscam dar algum verniz respeitável a ideias simplórias, est@s supost@s aliad@s não fazem qualquer esforço de desconstrução de suas ‘ciências’, nem mesmo quando estudiosos e leigos enxergam a obviedade das limitações do binário de gênero e suas origens sociais (que devem, portanto, ser desconstruídas, e não aceitas de maneira acrítica), passando despercebidos pelas formas como este binário se torna um elemento de suporte a muitas das perspectivas médicas. Como cordeiros das instituições que lhes afagam com títulos e status, tornam-se míopes aos condicionantes sociais que definem, ainda que sutilmente, as supostas verdades médicas; em sendo um problema que lhes traz prestígio, e não sofrimento, obviamente não há nesta incapacidade crítica necessidade de tratamento. Resta, portanto, à luta política a função de denunciá-la e demonstrar como esta enfermidade  é danosa não à pessoa portadora, mas a tantas pessoas trans que infelizmente se sujeitam às limitações destas pessoas para ter acesso a recursos controlados pela instituição médica.

Tais profissionais agarram-se, assim, tal qual antigos senhores de escravos e médicos de III Reich, a suas ideologias fundadas sobre premissas antigas, a necessidades econômicas, à suposta autoridade das instituições, às normalidades dos tempos em que vivem, e cegamente nem notam seu anacronismo — sequer reconhecendo suas ‘visões’ como ideologias, muitas vezes. E, como não poderia deixar de ser, do alto de sua calvície de bom senso, fazem brincadeirinhas acerca de termos cuja validade era o tema mesmo do seminário (foram recorrentes termos como ‘transexual masculino’ a uma mulher trans e ‘os travestis’).

Não nos deixemos revoltar, entretanto. Lembro aqui algumas palavras do irmão Malcolm X, que, diante de mais um episódio racista por que passou, utilizou da inteligência e das ideias para lutar: “Eu nunca me esqueceria daquilo — que eu não poderia haver acertado aquele homem branco tão fortemente com um pedaço de pau quanto eu havia feito com minha mente” (tradução livre). Esta deve ser a atitude das pessoas trans, em minha opinião: a da luta incessante por nossas verdades contra a imposição de supostas verdades cisgêneras e binaristas. Assim é a luta d@s negr@s, assim é a luta d@s indígenas, assim é a luta das mulheres, assim é, enfim, a luta de todas pessoas oprimidas no mundo, frequentemente em mais de uma destas esferas.

Neste sentido, além da nossa luta constante contra a transfobia ignorante (que também se alimenta de discursos médicos, para a surpresa de algumas pessoas: ‘oh, mas eu só tinha feito um diagnóstico!’), temos de atentar com cuidado aos discursos de supost@s aliad@s que não escutam perspectivas distintas das do binário de gênero, escondendo-se no fatalismo preguiçoso de ‘vivemos no mundo ocidental (vivemos quem, cara pálida, em uma sociedade primordialmente negra?), o binário é assim mesmo, too bad‘ de que cert@s profissionais não parecem querer abrir mão.

Discursos estes que lançam, sem questionamentos críticos à sociedade vigente, a ideia de ‘normalidade’, e a de que certos ‘anormais’ que sofrem psiquicamente devem ser diagnosticados e tratados. A falha destes está, acima de tudo, em não perceber a opressão social que sofrem est@s ‘anormais’, não para simplesmente consolar o paciente, e sim para problematizar o quanto deste sofrimento é condicionado socialmente, e mais que diagnosticar, também gerar nestas pessoas uma consciência de luta e de dignidade que, afinal, é emancipatória. Os diagnósticos atuais não ajudam em nada neste ganho de consciência, culpando a vítima pela opressão sofrida como faziam supostos profissionais médicos (todos, ou quase, homens à época) que viam na inferioridade negra a razão da escravidão.

Em um caminho paralelo, e importantíssimo, também devemos lutar para que haja mais pessoas trans em posições de poder, em especial em instituições médicas e legais. Porque, lembrando Nelson Mandela, que expressava sua inquietação sobre a possibilidade de um julgamento justo em uma corte e um judiciário integralmente controlados por pessoas brancas e onde negr@s não têm representação, somente haverá alguma possibilidade de avanço efetivo para as pessoas trans quando estas tiverem voz, poder e representação nas instituições médicas e legais, evitando a situação atual de vítimas ignoradas ou maltratadas por instituições dominadas por pessoas cisgêneras. E este será um caminho difícil, de luta contra um sistema que nos marginaliza mesmo quando são óbvias nossas capacidades técnicas e intelectuais. Mas devemos ter a consciência de que, enquanto as classes médicas e legais forem dominadas por pessoas cisgêneras, suas visões nos serão impostas e seguiremos tendo est@s supost@s aliad@s a nos afagar condescendentemente. Contudo, a luta avança, e isto inclui aliad@s verdadeir@s também — o foco n@s supost@s é devido ao seminário de ontem.

Referindo-se mais diretamente à luta pela despatologização, o fundamental é abrir os olhos de profissionais para considerar o caráter social do eventual sofrimento psíquico de pessoas trans, incorporando esta consideração em seus trabalhos. É necessário demonstrar que o sentimento de inadequação provém de uma sociedade que, desde o nascimento de suas crianças, reduz gênero a uma dualidade artificial, muitas vezes impondo esta dualidade de maneira violenta, através de cirurgias involuntárias em pessoas intersex. E, para est@s profissionais, é importante que tenham humildade no repensar suas próprias ‘ciências’, e analisar até que ponto suas supostas verdades não estejam embebidas da ignorância gênero-binária e transfóbica também.

Finalmente, compreendo que muitas pessoas trans vejam nos atuais caminhos médicos a possibilidade de alcançar algo que desejam. Porém, a estas pessoas peço que se façam a seguinte pergunta: devemos aceitar de forma acrítica as premissas e supostas verdades daquelas pessoas que detêm as chaves de nossos sonhos, ou sermos pragmáticos e usarmos estas pessoas estrategicamente, sem abdicar da perspectiva crítica de que a emancipação e autonomia somente são possíveis quando as chaves estão em nossas mãos? E que, afinal, elas podem estar em nossas mãos, sem que logicamente isso não impeça que profissionais da saúde atuem com seus conhecimentos de maneira consultiva e tratando-nos como seres human@s autônom@s e plen@s?

Não esqueçamos que os senhores das chaves serão capazes das maiores peripécias lógicas para mantê-las em suas mãos, sob seu controle. Não nos iludamos.

Algumas observações ao texto acima que considero importantes:

1. recuso-me a utilizar denominações de suposto respeito, como doutora, por entender que este suposto respeito confere uma validade indevida aos argumentos de pessoas, para além do que são, argumentos. A força destes deve ser medida por seus fundamentos, sua coesão, e sua consideração de acordo com contextos sociais. Que não se transtornem com isso; e, caso se transtornem, procure-se, pois, uma opinião médica, que nada mais é que isso, opinião — que deve ser analisada e desconstruída sempre que necessário.

2. ao utilizar paralelos e ilustrações que remetem a outras lutas históricas, não pretendo de forma alguma hierarquizá-las, muito menos minimizá-las. A intenção, aqui, é tão somente demonstrar que as óbvias injustiças e atrocidades cometidas no passado também trouxeram, em seu tempo histórico, defensores e outr@s aliad@s suspeit@s, seja por ignorância, interesses próprios, ou má-fé. No caso em questão, identifico tais aliad@s como aquelas pessoas que, por não questionarem suas próprias ‘ciências’ a fundo, por defenderem suas teses e carreiras, ou por sentimentos que levem a desconsiderar as vozes trans para além de ‘pacientes-com-sintomas-a-tratar’, que em outras circunstâncias existem(iram) de maneira semelhante, como mulheres que se negam a enxergar o persistente sexismo nas sociedades e ‘uncle toms‘ que aceitam os paradigmas brancos.

Finalmente, gostaria de fazer algumas considerações específicas sobre a fala de Alexandre Saadeh, uma colocação sua que encontrei na internet, e posteriormente fechar com um trecho do Manifesto pela Despatologização Trans:

– Alexandre Saadeh, em sua fala no seminário, reiteradamente defendeu que o transtorno de gênero não tem qualquer conotação negativa, e que não quer dizer que ‘transtornados de gênero’ sejam loucos ou coisa que o valha. Se a sociedade ou @ própri@ “paciente” enxergam a conotação negativa, isso é algo a ser trabalhado.

Sequer entrarei no caráter discriminatório que Saadeh traz sobre a loucura, e que a luta antimanicomial critica com tanto esforço, por uma questão de brevidade. Mais que tudo, é preciso evidenciar o caráter evasivo desta posição, que marotamente minimiza o efeito das ‘palavras do especialista’ sobre as percepções sociais, tirando o corpo da responsabilidade de rever conceitos. A psiquiatrização desnecessária de existências não-normativas é um agente da opressão por que passam pessoas trans, quer Alexandre concorde com a transfobia ou não, e é necessário que ele tome consciência disso.

– ao final, ao ser questionado (por mim) sobre até que ponto interesses pessoais de profissionais (como ele) não interferem em um debate claro sobre a patologização trans, Alexandre, após mencionar sua tese de doutorado e seu histórico com transexuais, diz que o trabalho com este público é extremamente difícil, que poderia ter escolhido outra atividade, e que o atendimento que faz às pessoas transexuais é pelo SUS, ou seja, gratuito e fora de sua prática privada.

De fato, com todo seu histórico e tese de doutorado, Alexandre reforça meu questionamento crítico: de que maneira alguém tão investido na estrutura patologizante atual (com uma tese e toda uma carreira fundadas em suas premissas) poderia ser neutro na discussão sobre a despatologização das identidades trans? De que maneira Alexandre propõe um auto-questionamento que possa evitar um viés exagerado em prol de um dos lados?

Neste sentido, meu ponto não era questionar a validade ou não do que Alexandre fez ou deixou de fazer, e simplesmente problematizar sua posição como não necessariamente ‘ciência’ pura. Ainda mais tomando em conta a força argumentativa e política que a despatologização vem ganhando.

Por outro lado, a dificuldade de trabalho com as pessoas trans (que, repito, existe por condicionantes sociais mais que qualquer fator inerente a nós), apontada por Alexandre em tom quase auto-coitadista — que ele negou retoricamente, sem ser convincente (eu pelo menos estive a ponto de verter uma lágrima por ele) — é mero malabarismo retórico. Ser uma pessoa trans nesta sociedade é uma dificuldade muito maior, e não esperava tal insensibilidade por parte de quem trabalhou por tantos anos com algumas destas pessoas. Sinceramente, não se esperem agradecimentos muito efusivos de minha parte, afinal percebo como danosa, desde um ponto de vista da dignidade das pessoas trans, a perspectiva de alguém como Alexandre Saadeh.

– em um blog atribuído a Alexandre Saadeh, é possível perceber que nem tudo está perdido, e que Alexandre tem alguma consciência de que há constituição social nas discriminações e opressões sexuais:

“A Organização Mundial de Saúde nos diz que é normal a sexualidade exercida em plenitude entre dois adultos humanos vivos. Agora o que eles fazem entre si só é da conta deles e, portanto, normal para eles. Excitar-se com pés, gostar de sexo oral, preferir mulheres ou homens gordos, tudo isso só poderia ser considerado “anormal” se impedisse a vivência de plenitude do indivíduo ou o fizesse sofrer. O grande problema é que nossa moral, cultura e religiões penalizam, culpabilizam e condenam muitas formas de expressão da sexualidade por pura tradição, ignorância e preconceito.”

Faltam-lhe somente dois aspectos para se pensar adequadamente as pessoas trans: (1) o fato de que são estas instituições sociais (moral, cultura, religiões, medicina) que frequentemente causam a “anormalidade” que impede uma vivência individual plena e leva ao sofrimento, e (2) o pensar o gênero como algo que é somente da conta da pessoa humana, e que ela deve ter autonomia plena sobre ele, sendo independente do controle compulsório da ‘ciência’ médica — o que, repito, não é incongruente com uma assessoria médica adequada, que em minha opinião é importantíssima.

Que Alexandre possa repensar todas estas questões, até mesmo para evitar que seu trabalho vá para o lixo da História onde se encontram defensores das diferenças raciais e do homossexualismo.

– finalmente, um trecho do Manifesto pela Despatologização Trans, que espero Alexandre possa vir a ler (e entender). É um alento saber que há aliad@s de verdade nesta luta:

“Por “psiquiatrização” nomeamos a prática de definir e tratar a transexualidade sob o estatuto de transtorno mental. Referimo-nos, também, à confusão de identidades e corpos não normativos (situados fora da ordem cultural dominante) com identidades e corpos patológicos. A psiquiatrização relega às instituições médico-psiquiátricas o controle sobre as identidades de gênero. A prática oficial de tais instituições, motivada por interesses estatais, religiosos, econômicos e políticos, trabalha sobre os corpos das pessoas amparando e reproduzindo o binômio homem e mulher, fazendo com que esta postura excludente passe por uma realidade natural e “verdadeira”. Tal binômio, pressupõe a existência única de dois corpos (homem ou mulher) e associa um comportamento específico a cada um deles (masculino ou feminino) ao par que, tradicionalmente, tem-se considerado a heterossexualidade como a única relação possível entre eles. Hoje, denunciando este paradigma, que tem utilizado o argumento da biologia e da natureza como justificativa da ordem social vigente, evidenciamos seus efeitos sociais para por fim a suas pretensões políticas.”

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9 comentários em “A patologização-psiquiatrização e seus amiguinhos

  1. Eu estava no seminário, vi e ouvi tudo e só tenho algo para falar: Eu sempre acreditei que as pessoas estigmatizadas ou segmentos preconceitualizados a que pertencem tem o direito e o dever de falarem por si, ninguém deve falar por elas. Ou seja, negros falam pelos negros,gays pelos gays, pobres pelos pobres, lésbicas pelas lésbicas e, evidente, trans pelas trans. Não cabe a nenhum/nenhuma não trans falar por essas pessoas, mesmo que seja medico/a e lide com elas há anos. O médico Alexandre Saadeh, portanto, no meu modo de ver, deveria ter sido bem mais questionado lá, ao vivo, da mesma maneira que está sendo questionado aqui. Todas as desculpas por ele apresentadas para a manutenção do diagnóstico , se dirigirmos apenas à título de reflexão um olhar ao passado, são as mesmas desculpas que eu ouvia nos anos 60 e 70, quando me trataram à força, a minha homossexualidade. ´Quando eu questionava a homossexualidade, na verdade “homossexualismo” constar do catálogo médico da época e do INPS com doença, também falavam que era só “para facilitar”, por que eles “precisam de um diagnóstico par justificar isto ou aquilo”. Ora, eles precisam, não eu. Eu ainda estou aprendendo com vocês, por que também, enquanto gay, sofro discriminação e homofobia. Mas não estou colocando no mesmo balaio tudo e tenho a humildade de perceber que ainda tenho muito a aprender. Mas a palavra tem que ser de vocês!
    Beijo,
    Ricardo Aguieiras

    1. Olá Ricardo! Obrigada pelas observações!
      Concordo contigo sobre quem deveria ter (mais) voz ao tratar de populações oprimidas. Infelizmente, grande parte dos discursos relacionados às transgeneridades (ou às desconformidades de gênero, para ser mais abrangente) passa por uma linguagem eminentemente clínica, não sociológica radical — no sentido de jogar na cara da sociedade cisgênera o quanto suas premissas binaristas causam os sofrimentos individuais trans. Acho que este é um caminho, pois ao ler o Manifesto pela Despatologização Trans, e a declaração do Conselho Regional de Psicologia, vejo um discurso antenado neste sentido, de entender os sofrimentos como consequências de uma sociedade que não é capaz de inteligir nossas existências. Ou seja, de forma clara, passaram a finalmente culpar o(s) opressor(es) pela opressão, não a individualidade d@ oprimid@.
      Por outro lado, como temos de lutar no campo clínico também, é triste constatar que praticamente não há pessoas trans nestes espaços, muito menos em espaços decisórios. Por isso lancei lá a pergunta: em que medida uma discussão nas ciências da saúde é afetada pelo fato de que não há vozes trans dentro delas? Não houve resposta direta. Este é um fato triste, e compartilhado por outras lutas, como irmãs e irmãos negr@s.
      Finalmente, me parece chocante a falta de capacidade da ciência médica em aprender com a História, com as experiências similares à sua. É tão gritante o paralelo com os “diagnósticos de homossexualismo” que estou vendo cada vez menos alternativas lógicas de explicação que não passem pela incapacidade intelectual ou pela empáfia corporativista médica.
      Queria notar também que sou muito nova nesses debates (além de estar mais no armário que fora dele)… faço minhas críticas com base em leituras, principalmente, e só agora começo a trocar experiências com outr@s trans. O que tem me fortalecido e também aberto os olhos para a dimensão gigantesca da luta necessária. Armemo-nos.
      Beijo, e obrigada outra vez! 🙂
      vivi

  2. Interessante o seu texto e o seu ponto de vista. Seria mesmo muito bom se a gente pudesse se organizar para debater o tema entre nós transexuais.

    1. Olá Cristiano, sem dúvidas! Acho que o ideal é tirarmos o debate da linguagem clínica um pouco, e nos fortalecermos em nossa dignidade comum, tão ignorada na sociedade, e aí sim enfrentarmos os adversários políticos travestidos de cientistas neutros.
      Acho que vale esclarecer que, ao menos até o momento, minha identificação não é como transexual; considero-me transgênera pelo fato de ainda não ter encontrado um ponto mais específico no espectro de gênero. Sou uma aliada de todas as lutas trans, entretanto, e estou buscando escutar nossas diversas experiências (muitas delas difíceis).

  3. Obrigado, Vivi!!!
    Você é tão inteligente e lúcida que a gente se apaixona… risos… Mas, também sua gentileza e educação comove! Fôrça nessa luta tão válida e tão nossa,
    Beijo do
    Ricardo Aguieiras

    1. Nossa, que amável isso! 🙂
      Muita força pra tod@s nós! É graças às pessoas que venho conhecendo que me sinto mais forte para falar as coisas, para ser mais combativa, mais feliz, etc. Eu que agradeço — mesmo.
      A paixão me parece um sentimento complicado, mas que explica a vida, afinal.
      Beijo!
      vv

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