– fala-se um tanto (ainda insuficiente) das pessoas trans assassinadas pelo Brasil, mas estive curiosa sobre a origem étnica e geográfica das vítimas. Seriam elas majoritariamente racializadas (não-brancas), de cidades menores, do campo? (obrigada ao Thiago Coacci, querido, que me indicou o livro ‘In a queer time and place’, de Judith Halberstam)
– queria pensar nas representações que a mídia fez de Gaddafi nestes últimos tempos, em especial no que se refere às suas roupas. Acho que dá pra traçar uns paralelos e diferenças em relação às inconformidades de gênero.
– quero pensar mais nas interações entre a ideologia econômica e as inconformidades queers (alguém tem referências pro Brasil neste sentido? :). Como já ouvi várias vezes, há com certa frequência uma assimilação de pessoas queers a discursos conservadores, desde um ponto de vista socioeconômico (só devemos atentar, antes de maldizê-las sem fundamentos, que elas não estão sozinhas: há toda uma sociedade hetero-cis normativa que pensa igual, e tenta fazer os demais pensarem igual). Também pensei nisso lendo ‘In a queer time and place’ também.