O que fazemos vale a pena, afinal? — um olhar sobre dispositivos de poder

Lendo as notícias: http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/outdoor-com-beijo-gay-e-imagem-que-simula-jesus-cristo-e-destruida/?cHash=22dad100d4ce723914a65889d68d9ba6 , pensei:

 

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(Foto: Reprodução/ Blog do Anderson — créditos idênticos aos da notícia no link)

as potências de um trabalho de resistência anticolonialista e antinormativa podem ser analisadas através de um estudo sobre os dispositivos de poder que são acionados (em sua diversidade em termos de des+institucionalizações e de intensidades) para evadir-se destas propostas rexistentes.

..

às vezes usam balas, às vezes usam lâmpadas quebradas, às vezes tinta.

às vezes militares, às vezes polícias militares, às vezes pastores.

são muitos, muitos dispositivos: discursos, diagnósticos, sentenças, mortes.

silêncios.

não nos querem, não nos querem amando, não nos querem vivendo.

não nos querem. não nos enganemos.

as forças das vozes que se alevantam são a fagulha do curto-circuito de seu cistema.

 

ninguém sobrevive à morte.

 

as resistências sempre seguem.

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